20140401

Motivação e Ansiedade nos Concursos

Mesmo com os melhores planos e recursos disponíveis sempre estamos sujeitos a imprevistos. A expectativa do fracasso pode disparar crises de ansiedade perturbadoras. Afinal, e se o dinheiro acabar? E se tudo der errado? E se eu nunca for aprovado?

Para esta ansiedade, que é comum em qualquer investimento que envolva risco, um bom remédio é ter uma "carta na manga" ou, em outras palavras, um "Plano B". De fato, saber as respostas para as perguntas do parágrafo anterior pode facilitar a vida do concurseiro. São situações que podem acontecer e é bom que se esteja preparado caso elas ocorram. São preocupações legítimas que devem ser levadas a sério.


Geralmente, quando as coisas não acontecem como foram planejadas, precisamos repensar tudo, o que gera muita ansiedade. Por isto ter algo já pré formulado é importante: no momento em que somos surpreendidos fica difícil pensar direito e acabamos por tomar decisões erradas. O plano B costuma ser disparado por um acontecimento provável e indesejado. Um concurseiro realista sabe que a reprovação é algo que pode ocorrer e, portanto, pensa com antecedência o que fazer quando o plano ideal não acontecer.

Vale mencionar aqui o conceito do "Projeto Paralelo" (Side Project). Ao mesmo tempo em que se investe na "carreira" de concursos, investe-se simultâneamente em outra, de preferência mais previsível. Desta forma, é possível recorrer a esta opção caso o "Projeto Principal", que é trabalhar no setor público, não acontecer.

O plano B é um bom remédio para a ansiedade e deve ser considerado com atenção por todos os concurseiros que almejam vagas disputadas. Ressalta-se que isto nada tem a ver com pessimismo, mas somente com a ideia de que precisamos estar preparados para enfrentar inconvenientes e aprender com eles. Como afirma o autor Zig Ziglar: "Espere pelo melhor. Prepara-se para o pior. Capitalize os resultados" (trad. livre).